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Somos um grupo Guanelliano, aspirantes à Cooperadores. Localizados no Santuário Nossa Senhora do Trabalho - POA/RS. Um grupo destinado a jovens acima dos 19 anos. Uma equipe caracterizada pela alegria, juventude, entusiasmo e fé, uma fé que buscamos dia-a-dia, conscientes de que precisamos mais e mais de Jesus. Inspirados na obra de Don Luis Guanella, estamos aqui para ajudar, dar apoio, servir de instrumento de Jesus, através de reflexões e estudos bíblicos. Estamos no começo de uma longa caminhada e vamos através do blog divulgar nosso trabalho e as bênçãos que Deus nos dá, e assim despertar nas pessoas a Fé, a necessidade de Deus e quem sabe um dia trazer você a participar do nosso grupo. Sejam Bem-Vindos!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

<< Alimento Diário >>

LEITURA I 2 Cor 9, 6-10

«Deus ama aquele que dá com alegria»

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios

Irmãos:
Lembrai-vos disto:
Quem semeia pouco também colherá pouco
e quem semeia abundantemente
também colherá abundantemente.
Dê cada um segundo o impulso do seu coração,
sem tristeza nem constrangimento,
porque Deus ama aquele que dá com alegria.
E Deus é poderoso para vos cumular de todas as graças,
de modo que, tendo sempre e em tudo o necessário,
vos fique ainda muito para toda a espécie de boas obras,
como está escrito:
«Repartiu com largueza pelos pobres
a sua justiça permanece para sempre».
Aquele que dá a semente ao semeador e o pão para alimento
também vos dará a semente em abundância
e multiplicará os frutos da vossa justiça.


Palavra do Senhor.



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SALMO RESPONSORIAL Salmo 111 (112), 1-2.5-6.7-8.9 (R. cf. 5a)

Refrão: Ditoso o homem de coração bondoso e compassivo.

Feliz o homem que teme o Senhor
e ama ardentemente os seus preceitos.
A sua descendência será poderosa sobre a terra,
será abençoada a geração dos justos.

Ditoso o homem que se compadece e empresta
e dispõe das suas coisas com justiça.
Este jamais será abalado
o justo deixará memória eterna.

Ele não receia más notícias,
seu coração está firme, confiado no Senhor,
O seu coração é inabalável, nada teme
e verá os adversários confundidos.

Reparte com largueza pelos pobres,
a sua generosidade permanece para sempre
e pode levantar a cabeça com dignidade.




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EVANGELHO Jo 12, 24-26

«Se o grão de trigo, lançado à terra, morrer, dará muito fruto»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Em verdade, em verdade vos digo:
Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só
mas se morrer, dará muito fruto.
Quem ama a sua vida, perdê-la-á,
e quem despreza a sua vida neste mundo
conservá-la-á para a vida eterna.
Se alguém Me quiser servir, que Me siga,
e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo.
E se alguém Me servir, meu Pai o honrará».


Palavra da salvação.

Comentário: Rev. D. Antoni CAROL i Hostench (Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)
Se alguém quer me servir, siga-me, e onde eu estiver, estará também aquele que me serve
Hoje, a Igreja por meio da Liturgia Eucarística que celebra o mártir romano São Lourenço nos lembra que «Existe um testemunho de coerência que todos os cristãos devem estar dispostos a dar cada dia, inclusive a custa de sofrimentos e de grandes sacrifícios» (João Paulo II).

A Lei Moral é santa e inviolável. Esta afirmação, certamente, contrasta com o ambiente relativista que impera em nossos dias, onde com facilidade cada um adapta as exigências éticas à própria comodidade pessoal ou às suas próprias debilidades. Não encontraremos ninguém que diga: Eu sou imoral; Eu sou um inconsciente; Eu sou uma pessoa sem verdade... Qualquer pessoa que dissesse isso se desqualificaria a si mesma imediatamente.

Mas a pergunta relevante seria: de que moral, de que consciência e de que verdade estamos falando? É evidente que a paz e a sadia convivência sociais não se podem basear em uma moral à la carte, onde cada um tira conforme lhe pareça, sem levar em conta as inclinações e as aspirações que o Criador dispôs para nossa natureza. Esta moral, longe de nos conduzir por «caminhos seguros» para os «verdes prados» que o Bom Pastor deseja para nós (cf. Sal 23, 1-3), nos levaria irremediavelmente às areias movediças do relativismo moral, onde absolutamente tudo se pode pactuar e justificar.

Os mártires são testemunhas inapeláveis da santidade da lei moral: há exigências de amor básicas que não admitem nunca exceções nem adaptações. De fato, «Na Nova Aliança encontram-se numerosas testemunhas de seguidores de Cristo que (...) aceitaram as perseguições e a morte antes de fazer o gesto idólatra de queimar incenso diante a estátua do Imperador (João Paulo II).

No ambiente da Roma do imperador Valeriano, o diácono «São Lourenço amou a Cristo na vida, imitou a Cristo na morte» (Santo Agostinho). E, uma vez mais, cumpriu-se que «quem não faz conta de sua vida neste mundo, há de guardá-la para a vida eterna» (Jo 12, 25). Felizmente para nós, a memória de São Lourenço, ficará para sempre, como sinal de que o seguimento de Cristo merece que se dê a própria vida e, não admitir frívolas interpretações do seu caminho.


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