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Somos um grupo Guanelliano, aspirantes à Cooperadores. Localizados no Santuário Nossa Senhora do Trabalho - POA/RS. Um grupo destinado a jovens acima dos 19 anos. Uma equipe caracterizada pela alegria, juventude, entusiasmo e fé, uma fé que buscamos dia-a-dia, conscientes de que precisamos mais e mais de Jesus. Inspirados na obra de Don Luis Guanella, estamos aqui para ajudar, dar apoio, servir de instrumento de Jesus, através de reflexões e estudos bíblicos. Estamos no começo de uma longa caminhada e vamos através do blog divulgar nosso trabalho e as bênçãos que Deus nos dá, e assim despertar nas pessoas a Fé, a necessidade de Deus e quem sabe um dia trazer você a participar do nosso grupo. Sejam Bem-Vindos!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

<< Alimento Diário >>

LEITURA I Ap 20, 1-4.11 -- 21, 2

«Cada um foi julgado segundo as suas obras. Vi a nova Jerusalém, que descia do Céu»

Leitura do Livro do Apocalipse

Eu, João, vi descer do Céu um Anjo,
que tinha na mão a chave do abismo e uma grande cadeia.
Agarrou o Dragão, a antiga Serpente,
que é o Diabo e Satanás,
e acorrentou-o pelo espaço de mil anos.
Precipitou-o no abismo, que fechou e selou,
para que não seduzisse mais as nações,
até se completarem os mil anos.
Depois disto, tem de ser posto em liberdade por pouco tempo.
Vi então uns tronos, sobre os quais estavam sentados
aqueles a quem foi dado o poder de julgar.
Vi também as almas dos que tinham sido decapitados
por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus,
assim como aqueles que não se tinham prostrado
diante do Monstro e da sua imagem,
nem tinham recebido o seu sinal na fronte ou na mão.
Eles voltaram à vida
e reinaram com Cristo durante mil anos.
Vi depois um grande trono branco
e Aquele que estava nele sentado.
Da sua presença fugiram a terra e o céu,
sem deixarem vestígios.
Vi também os mortos, grandes e pequenos,
de pé diante do trono.
E abriram-se os livros.
Abriu-se também um livro, que era o livro da vida.
Os mortos foram julgados segundo as suas obras,
conforme o que estava escrito nos livros.
O mar restituiu os mortos que nele estavam,
a morte e a sua morada devolveram os mortos que tinham;
e cada um foi julgado segundo as suas obras.
A morte e a sua morada foram lançadas no lago de fogo.
Esta é a segunda morte: o lago de fogo.
E quem não estava escrito no livro da vida
foi lançado no lago de fogo.
Vi então um novo céu e uma nova terra,
porque o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido
e o mar já não existia.
E vi a cidade santa, a nova Jerusalém,
que descia do Céu, da presença de Deus,
bela como noiva adornada para o seu esposo.


Palavra do Senhor.



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SALMO RESPONSORIAL Salmo 83 (84), 3.4.5-6a e 8 (Ap 21, 3b)

Refrão: Eis a morada de Deus com os homens!

A minha alma suspira ansiosamente
pelos átrios do Senhor.
O meu ser e a minha carne
exultam no Deus vivo.

Até as aves do céu encontram abrigo
e as andorinhas um ninho para os seus filhos,
junto dos vossos altares, Senhor dos Exércitos,
meu Rei e meu Deus.

Felizes os que moram em vossa casa:
podem louvar-Vos continuamente.
Felizes os que em Vós encontram a sua força,
os que caminham para ver a Deus em Sião.




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EVANGELHO Lc 21, 29-33

«Quando virdes acontecer estas coisas, sabei que está próximo o reino de Deus»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola:
«Olhai a figueira e as outras árvores:
Quando vedes que já têm rebentos,
sabeis que o Verão está próximo.
Assim também, quando virdes acontecer estas coisas,
sabei que está próximo o reino de Deus.
Em verdade vos digo:
Não passará esta geração sem que tudo aconteça.
Passará o céu e a terra,
mas as minhas palavras não passarão».


Palavra da salvação.

Comentário: Albert TAULÉ i Viñas (Barcelona, Espanha)
O Reino de Deus está perto
Hoje, Jesus convida-nos a ver como brota a figueira, símbolo da Igreja que se renova periodicamente graças àquela força interior que Deus lhe comunica (recordemos a alegoria da videira e dos ramos, cf. Jo 15): «Olhai a figueira e todas as árvores. Quando começam a brotar, basta olhá-las para saber que o verão está perto» (Lc 21, 29-30).

O discurso escatológico que lemos nestes dias, segue um estilo profético que distorce deliberadamente a cronologia, de maneira que põe no mesmo plano acontecimentos que hão de acontecer em momentos diversos. O fato de que no fragmento escolhido para a leitura de hoje tenhamos um âmbito muito reduzido, dá-nos pé para pensar que teríamos que entender o que se nos diz como algo dirigido a nós, aqui e agora: «esta geração não passará antes que tudo aconteça» (Lc 21,32). De fato, Origenes comenta: «Tudo isto pode suceder em cada um de nós; em nós pode ficar destruída a morte, definitiva inimiga nossa».

Eu queria falar hoje como os profetas: estamos a ponto de contemplar um grande broto na Igreja. Vede os sinais dos tempos (cf Mt 16,3). Rapidamente ocorrerão coisas muito importantes. Não tenhais medo. Permanecei no vosso lugar. Semeai com entusiasmo. Depois podereis recolher formosas colheitas (cf. Sal 126,6). É verdade que o homem inimigo continuará a semear a discórdia. O mal não ficará separado até ao fim dos tempos (cf. Mt 13,30). Mas o Reino de Deus já está aqui entre nós. E abre caminho, ainda que com muito esforço (cf. Mt 11,12).

O Papa João Paulo II dizia-nos no início do terceiro milênio: «Duc in altum» (cf. Lc 5,4). Às vezes temos a sensação de não fazer nada proveitoso, ou inclusive de retroceder. Mas estas impressões pessimistas procedem de cálculos excessivamente humanos, ou da má imagem que malevolamente difundem de nós alguns meios de comunicação. A realidade escondida, que não faz ruído, é o trabalho constante realizado por todos com a força que nos dá o Espírito Santo.


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